Ondas de calor: o que os picos de consumo custam a um hotel
Nos dias mais quentes a potência pedida à rede dispara — e em muitas faturas é ela, mais do que a energia, que pesa.
Num dia de calor extremo, os equipamentos de climatização de um hotel arrancam todos ao mesmo tempo. A energia consumida sobe, mas o que sobe mais é a potência: o máximo que o edifício pede à rede num dado momento.
Nas instalações de média tensão, essa potência paga-se à parte, e um pico de meia hora pode marcar a fatura do mês inteiro. A gestão técnica centralizada reparte os arranques e tira partido da inércia do edifício, para o pico nunca chegar a acontecer.